Sesc Skate Music 2012

Confira aqui a programação do Sesc Skate Music 2012 :-)

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Novo Crosshair Oakley

Galera, já chegou em nossa loja o novo modelo do Crosshair Oakley!

Para mais informações, acessem o nosso site http://www.surftrack.com.br

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Após despachar de modo espetacular Dane Reynolds e Ace Buchan, Medina foi preciso na decisão contra Glenn Hall para sagrar-se campeão

Gabriel Medina passou pelo irlandês Glenn Hall para conquistar o Nike Lowers Pro, neste sábado (5), com a exibição mais impressionante de sua carreira até agora. Os números são excelentes: dez notas acima de 9 pontos, incluindo o 10 na semifinal contra Adrian Buchan, na bateria em que cravou o maior somatório do campeonato, 19.80 – os segundo e terceiro também pertencem a ele (19.53 e 19.27).

Na decisão, o brazuca diminuiu o ritmo e foi preciso contra Glenn Hall, que despachou o havaiano John John Florence em vitória mais apertada. Medina tirou Glenn do sério ao ganhar a disputa pela primeira onda, fazendo com que o irlandês corresse risco de cometer interferência.

Gabriel dominou a bateria desde o início, com 6.30, por duas rasgadas e um reverse de backside, e 7.17, que recebeu após duas boas batidas, cutback e um bom aéreo reverse para fechar. Glenn não ameaçava e Medina carimbou o título a 5 minutos de soar a buzina: de frontside, combinou batida, rasgada e cutback com um alto aéreo reverse, e foi recompensado com 8.50, obrigando Glenn a tirar 9.90 para assumir a liderança.

Com a conquista, o Nike Lowers Pro continua dominado pelos brasileiros – mais precisamente, pelos paulistas de São Sebastião -, já que Miguel Pupo conquistou a etapa ano passado contra o local Tanner Gudauskas. Medina somou 6.500 pontos no ranking, faturou US$ 20 mil e um troféu de ouro 14 quilates no valor de US$ 30 mil.

O Reencontro
Medina encontrou nas quartas, pela segunda vez, Dane Reynolds, que viu de perto o show. O brazuca abriu a bateria com um 9 de recompensa por um backside afiado e fechou com 9.20. Dane não se encontrou na bateria, com duas notas na casa dos 5 pontos. Após a primeira bateria contra Medina, Dane havia dito em entrevista que adoraria ter visto a atuação do campeão de fora d’água.

Perfeição Alcançada
O desafio seguinte contra Adrian Buchan teve mais 30 minutos excepcionais de Gabriel. Ele Abriu a semifinal com uma bela sequência de manobras enaltecidas pelos excelentes aéreos, em que arrancou um 10 unânime, o único do campeonato. Na terceira onda, descartou 8.90 após outra impecável combinação de manobras, pela qual foi recompensado com 9.80, para cravar o maior somatório da competição, 19.80.

Melhor Bateria
Sem dúvida, o confronto mais eletrizante do campeonato foi entre Medina e o local de Trestles Brett Simpson, nas oitavas. Até os minutos finais, Brett liderava com 9.50 como sua melhor onda, na qual espancou uma direita de frontside. Mas na última onda, Medina decolou alto num aéreo reverse, para arrancar 9.53 dos juízes.

Confira as melhores notas e somatórios e as baterias do último dia de Nike Lowers Pro.

Final
#1 Gabriel Medina 15.67 x 10.87 Glenn Hall (IRL)

Semifinais
#1 Glenn Hall (IRL) 12.60 x 12.17 John John Florence (HAW)
#2 Gabriel Medina 19.80 x 8.43 Adrian Buchan (AUS)

Quartas
#1 Glenn Hall (IRL) 13.30 x 6.67 Jeremy Flores (FRA)
#2 John John Florence (HAW) 13.20 x 13.00 Tanner Gudauskas (USA)
#3 Gabriel Medina 18.20 x 11.03 Dane Reynolds (USA)
#4 Adrian Buchan (AUS) 13.83 x 13.53 Patrick Gudauskas (USA)

Top 5 – Notas
1. Gabriel Medina – 10. (Semifinal)
2. Gabriel Medina – 9.87 (Round 1)
3. Gabriel Medina – 9.80 (Semifinal)
Dane Reynolds (USA) – 9.80 (Round 5)
Gabriel Medina – 9.80 (Round 3)

Top 5 – Somatório
1. Gabriel Medina – 19.80 (Semifinal)
2. Gabriel Medina – 19.53 (Round 3)
3. Gabriel Medina – 19.27 (Round 1)
4. Tanner Gudauskas (USA) – 18.73 (Round 5)
5. Dane Reynolds (USA) – 18.63 (Round 5)

FONTE: http://www.ripcurl.com.br/

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Dicas para quem quer comprar um Longboard

Para ajudar quem está iniciando no esporte e tem dúvidas sobre como montar um longboard, vamos dar aqui algumas dicas básicas.

Vale lembrar que a variedade de marcas nacionais e importadas é grande, e a variação de valores também, por isso, não vamos citar marcas. Temos preferência por algumas marcas, mas vamos deixar a escolha a critério de nossos leitores. Se vocês quiserem opiniões sobre marcas podem nos mandar e-mails.

Quando as pessoas me perguntam qual longboard devem comprar eu recomendo fazer um “test drive” em um longboard de alguém antes de investir uma grana. Se você nunca teve um longboard, é legal fazer testes em alguns modelos diferentes pra sentir em qual você ficará mais confortável. Que tipo de shape escolher é sempre a maior dúvida, por isso vale pena andar no máximo de modelos possível antes de comprar o seu.

Antes de comprar seu primeiro longboard, você deve ter em mente que tipo de rolê vai querer fazer. Longboard para downhill slide é diferente de um long para downhill speed, que é diferente de um longboard para andar em pista e por aí vai. Se você não sabe a diferença entre as modalidades de longboard, nós explicamos:

Longboard Downhill Slide

Downhill slide é a modalidade do skate e longboard onde o skatista ou longboarder desde ladeiras realizando diversos tipos de manobras. Essa é a modalidade que nós do blog evom mais gostamos e praticamos. Essas manobras podem ser executadas em pé, com apoio das mãos no chão (usando luvas especiais) e até mesmo com os joelhos (com uso de joelheiras).
O downhill slide é chamado por alguns de freeride.

Longboard Speed

Speed é a modalidade do longboard onde a velocidade é o objetivo único. Nas competições de longboard speed os atletas podem alcançar velocidades que superam os 100 kilometros por hora. Para praticar essa modalidade você precisará de um longboard muito específico e equipamentos de segurança como macacão de couro, luvas e capacete especial para proporcionar maior aerodinâmica.

Longboard Street

Assim como no skate, o longboard street é praticado em pistas (cobertas ou não) com os mesmos obstáculos usados no skate street. Também é possível andar de longboard em bowl, banks e snakes. Não é muito comum ver alguém praticando longboard street, mas eu já conheci algumas pessoas que adoravam.

Bom, vamos às dicas para quem quer comprar um longboard. Vale lembrar que são dicas e não regras.

Shape

Para comprar o shape você deve estar atento a dois fatores básicos: tamanho e concave. O tamanho do shape de longboard é medido em polegadas (2,54 centímetros) e para ser considerado longboard o shape deve ter no mínimo 40 polegadas (100 centímetros). Se tiver menos que isso é considerado como semi-long. O tamanho ideal varia conforme o tamanho da pessoa. O legal é você escolher um shape com tamanho que te deixe mais confortável possível, ou seja, com as pernas nem muito abertas, nem muito fechadas.
O concave (côncavo em português) é a curvatura que o shape tem para dentro. Shapes com concave são mais fáceis de virar nas curvas, pois as bordas praticamente se encaixam na curvatura dos pés.

Formato de shapes

Algumas pessoas me perguntam qual o formato ideal para o shape de longboard. A resposta é: depende muito. Se você quer fazer manobras de Street, o ideal é um shape que tenha tail (parte de trás, ou calda, inclinada para cima) e nose (parte da frente, ou nariz, inclinada para cima). Se você quer fazer Speed o ideal é um shape reto, sem tail e nose, para proporcionar melhor aerodinâmica.

Para downhill slide o ideal é um shape menor, com tail e nose, pois quanto menor for a distancia entre-eixos mais fácil é mandar manobras de giro e slides. Nesse caso tail e nose servem para realizar manobras em que o shape raspa no chão como, tail slide, nose slide e ollie. Se você não for chegado em manobras e gosta de “surfar” nos asfalto (surf style), o ideal é um shape maior para fazer caminhadas (walking) etc,.

Trucks

Truck de longboard

Truck de longboard

O truque é a peça onde as rodas do longboard são presas e são medidos em milímetros. Existem diversos modelos disponíveis no mercado. Os tr

ucks são compostos por cinco peças: base (que fica presa ao shape), trave e eixo (que prendem a roda), parafuso central (que prende a trave na base), e amortecedores (que dão a mobilidade aos trucks).   Quanto maior for a trave, mais aderência o longboard terá. Por exemplo: trucks com trave de 180MM, ou mais, são mais indicados para velocidade. Trucks com 160MM são mais indicados para slides. Dependendo da modalidade é necessário a utilização de um truck específico. Para Speed, por exemplo, os trucks são projetados para oferecer maior velocidade possível com menor atrito e uniformidade do gasto das rodas. Para street a trave tem que ser muito resistente para agüentar os impactos. Já para downhill slide o angulo da base e da trave influenciam no desempenho das manobras.

Considerando que as dicas desse post valem para quem está iniciando no esporte, escolha um truck mais simples (básico de 160MM) que custa menos e a medida em que você for evoluindo adquira um que tenha mais a ver com seu estilo de andar e modalidade. Os trucks nacionais são muito bons e são uma boa alternativa custo/benefício.

A medida dos trucks também tem relação com o formato do shape que você escolher. Por exemplo: se seu shape for muito largo, um truck de 160MM pode ser muito pequeno e as rodas ficarão escondidas.

Rodas e rolamentos

Assim como em todo esporte, quanto melhor for o equipamento melhor será a performance. Por isso, as rodas e rolamentos têm total influência no desempenho de seu longboard. A grande maioria das rodas de longboard são fabricadas em poliuretano e na hora de comprar a sua, esteja atento aos seguintes fatores: dureza, tamanho e área de contato.

Rodas de Longboard Orangatang

Rodas de Longboard Orangatang

A dureza de rodas de skate e longboard é medida pela escala ASTM. Em resumo é o número acompanhado da letra “A”. Quanto maior for o número mais dura será a roda, quanto menor o número mais macia será a roda. Rodas macias têm mais grip (aderência) e rodas mais duras são mais soltas, escorregam mais. Por exemplo, uma roda 75A é mais macia que uma roda 86A, e assim por diante. Rodas com mais grip são adequadas para quem está começando pois dão mais estabilidade em curvas (não desgarram). Rodas com menos grip são mais adequadas para quem gosta de mandar manobras com slide e giro. Existem rodas intermediárias, que proporcionam grip e slides. A escolha da melhor roda depende muito do estilo que você quer desenvolver e de sua habilidade. Nós aqui do blog evom sempre gostamos de usar rodas intermediárias.

O tamanho da roda também é outro fator importante. O tamanho das rodas de longboard é definido em milímetros (MM). Quanto maior for o tamanho da roda maior deve ser a distancia entre o shape e os trucks, pois se você não tiver uma distancia mínima, ao fazer uma curva o shape vai ter contato com as rodas fazendo com que elas travem e você poderá levar um belo tombo. Para aumentar essa distancia é necessário o uso de Pads (que explicaremos abaixo). A maioria dos longboarders usar rodas com 70MM.

Área de contato, como o próprio nome diz, é a parte de roda de fica em contato com o chão. A área de contato de rodas de longboard também é medida em MM (milímetros). Quanto maior for a área de contato, mais aderência a roda terá.

Os rolamentos são fundamentais e existem diversas opções disponíveis no mercado. Pra quem está começando, rolamentos ABEC1 são mais indicados por sua resistência. Existem diversos rolamentos gringos que são recomendados para quem quer velocidade.

Pads

Pads são apoios que ficam entre o shape e os trucks. Os pads servem para aumentar a distância entre o shape e as rodas, fazendo com que a roda do longboard não encoste no shape quando você fizer uma curva.

Pads para longboard

Pads para longboard

Geralmente os pads são fabricados em plástico ou borracha. Dependendo do modelo de seu shape, obrigatoriamente terá que usar pads.

Essas são as dicas básicas para quem quer montar seu primeiro longboard e não sabe por onde começar. Caso vocês tenham alguma dúvida, deixem comentários nesse post que eu respondo aqui mesmo.

Não esqueça de usar equipamentos de segurança como capacete, luvas e joelheiras.

Go longboard!

FONTE: http://www.evom.com.br


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Marca do Ano!

Sim, você leu corretamente! A Hurley acaba de ganhar o prêmio de Marca do Ano (Hurley masculino), bem como Boardshort do Ano (mais uma vez), na premiação da Indústria Australiana de Surf. O nosso destemido líder, Jason Haynes estava lá para receber os troféus e fez um breve relato desta festa na Austrália: “Foi uma grande noite para Hurley, a marca levou para casa os dois prêmios mais prestigiados de toda a cerimônia, estou muito orgulhoso da nossa equipe e de toda essa dedicação!”.

Fonte: Hurley Times

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Skatista de 12 anos supera estrelas e acerta o primeiro 1080º da história

Dar três giros completos no ar. A missão parecia impossível até mesmo para monstros do skate, como o brasileiro Bob Burnquist e Tony Hawk, que levaram anos para aperfeiçoar o 900º – manobra inventada pelo americano em 1999, que consiste em dois giros e meio. Coube então a um garoto de 12 anos superar os gigantes e alcançar o feito inédito. Na última sexta-feira, Tom Schaar encarou o gap de 21 metros e acertou o primeiro 1080º da história.

Tom desceu de uma megarrampa na Califórnia (EUA), adaptada para que ele pudesse ter um melhor controle do skate após o giro. Para isso, o gap foi coberto com madeira e uma espécie de ponte foi construída. Assim, Tom teve velocidade suficiente para tentar a manobra e não perdeu estabilidade.

Foram apenas cinco tentativas até que o prodígio marcasse seu nome na história do skate. Tom saltou alto e veio de fakie. Logo que completou 180º, segurou o skate para completar as outras voltas. Quando tocou o chão, o jovem ainda balançou, mas se manteve firme e de pé para comemorar o feito.

Tom começou a andar de skate os 4 anos, e já havia chamado atenção por ter se tornado o mais novo skatista a fazer o 900º. À época, o jovem foi o terceiro a fazer a manobra em uma megarrampa – Bob Burnquist foi o primeiro e Mitchie Brusco, de 14 anos, o segundo.

FONTE: Globo Esporte

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Pesquisa | Perfil do Skate no Brasil

Recentemente a Revista 100% Skate publicou matéria sobre uma pesquisa encomendada pela CBSK (Confederação Brasileira de Skate) que retrata “a realidade” do skate no Brasil. A pesquisa foi realizada em 2010 pelo instituto Datafolha, um dos institutos de pesquisa mais conhecidos do Brasil.

Eu achei muito válida a iniciativa da CBSK em encomendar uma pesquisa para mostrar o perfil do skate no Brasil. Porém, vejo uma falha na pesquisa, que não menciona o tamanho da amostra (quantidade de entrevistados), nem os estados onde a pesquisa foi realizada. Outro ponto em que vejo falha é na não divulgação do critério para definição de quem é skatista. Longboard entrou nessa conta? Pelo menos os dados exibidos no site da Revista 100% Skate não mostram essas informações, o que a meu ver, deveriam ser exibidos. Enfim, vamos aos números sobre o perfil do skate e skatistas no Brasil.

Hoje somos cerca de 3.800.000 (três milhões e oitocentos mil) skatistas no Brasil e o crescimento no número de praticantes, com relação à última pesquisa, realizada em 2006, chega à quase 20%. Como citei anteriormente, a pesquisa não menciona o critério de definição de skatista nem se o longboard faz parte desse bolo, o que não faz o menor sentido não estar.

A divisão de classe social dos skatistas no Brasil é a seguinte: crescimento acentuado na classe C (9%) e a manutenção do número entre as classes A e B (42%, somadas).

A distribuição geográfica dos skatistas no Brasil é: 52% estão em capitais e regiões metropolitanas e 48% interior. 14% no norte/centro-oeste, 18% no nordeste, 48% no sudeste e 21% no sul do Brasil.

A idade média do skatista brasileiro: 25% tem entre 3 e 10 anos de idade, 30% entre 11 e 15 anos, 31% entre 16 e 20 anos, 7% entre 21 e 25 anos e 7% tem mais de 26 anos. A média de idade do skatista brasileiro é de 16 anos.

Algumas outras informações contidas na pesquisa se mostram interessantes: em metade dos lares em que se constata a presença de skatistas, o chefe da família possui ensino médio ou superior. Este número, no panorama geral da população brasileira, é inferior: 36%. Como consequência da maior escolaridade, a renda média mensal da família do skatista é 50% maior do que a média brasileira. A predominância urbana do skate não se confirma de foram tão destacada: 52% estão nas capitais e regiões metropolitanas, o que demonstra um certo equilíbrio e revela disseminação também para fora dos grandes centros.

Fonte: Revista 100% Skate

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